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Qual a origem das espinhas internas?

Quem já teve espinha interna sabe como pode ser incômoda. As chamadas pápulas eritematosas podem se manifestar de duas formas: como uma simples bolinha vermelha ou como um cisto doloroso, que é mais comum. A primeira coisa que se deve ter em mente é não mexer na lesão ou tentar removê-la espremendo.  

Isso porque as espinhas internas se formam na segunda camada da pele, a derme. Acontece por uma combinação de acúmulo de sebo com bactérias que inflamam a pele. Não se trata de uma acne comum, que aparece na superfície e tem comunicação externa, permitindo que se elimine o sebo e o pus, se esse for o caso. A espinha interna não tem por onde eliminar a secreção, pois é subcutânea. 

Portanto, sua manipulação pode inflamá-la ainda mais e até deixar cicatrizes ou manchas na pele. O tratamento mais eficaz nestes casos está na utilização de antibióticos e medicamentos manipulados, mas manter a assepsia da pele com dermocosméticos e pomadas tópicas também costumam ajudar.

De qualquer forma, recomenda-se consultar um dermatologista para o caso de haver uma disfunção hormonal que necessite de investigação. Uma vez livre da espinha, mantenha a pele livre de acne lançando mão de esfoliação, peelings, lasers e microagulhamento periódicos - o profissional saberá dizer qual a melhor opção para o seu caso.

Fonte: Medical Site 

03 de Julho de 2019

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